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MATERIAIS INSTITUCIONAIS

Ibá Digital - Edição 132

Ibá Digital - Edição 132

 
Tecnologia da semente ao cliente

Essencial, sustentável e tecnológico. O setor de árvores cultivadas tem investido em modernização para que diferentes etapas da cadeia sejam cada vez mais eficientes. Desde o monitoramento no campo, melhoramento genético, passando pelo investimento nos processos industriais, até a logística. Conheça nesta edição do Ibá Digital algumas ações de associadas que demonstram como a tecnologia tem sido uma aliada desta agroindústria que cultiva o futuro.

Boa leitura e cuide-se.
Berneck

Berneck é pioneira em soluções tecnológicas para monitorar florestas
 

A BERNECK® se destaca no mercado pela excelência de seus produtos e busca pela inovação. Não é diferente quando o tema é tecnologia para mapear e capturar dados em campo. Desde 2016, a empresa trabalha com a ArcGis Collector, uma ferramenta exclusiva para captar informações estratégicas e que ajudam na tomada de decisão e agilidade do monitoramento.
 
“O resultado é uma maior confiabilidade da informação. Através dessa ferramenta sabemos exatamente as condições da área trabalhada”, conta o geógrafo Leonel Schunig, supervisor de Geoprocessamento, Planejamento e Cadastro da BERNECK®.
 
Ele conta que o primeiro contato com a ferramenta começou há cinco anos e lembra que a empresa foi case de sucesso nessa implantação, sendo convidada para fazer benchmarking sobre o tema. A BERNECK® foi a primeira empresa do segmento a utilizar a tecnologia.
 
A ferramenta reúne dados como tamanho da área, espécies plantadas, plantio, estradas, áreas de preservação permanente em um só aplicativo. Pode ser acessada online e offline, o que dá mais conforto e precisão para o trabalho em campo. “Quando a internet não pega em determinada área, por exemplo, a ferramenta “guarda” as informações para atualizar posteriormente”, explica Leonel.
 
A interface intuitiva permite que os colaborares capturem e retornem (sincronizem) os dados. Atualmente, todas os 82 mil hectares de área plantada no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além dos outros 46 mil hectares de área produtiva no Mato Grosso, estão mapeados pela ferramenta.
Bracell

Viveiros unem tecnologia e sustentabilidade

Inovação aliada à tecnologia tem sido uma constante na Bracell, aplicada em diversas áreas, entre elas os viveiros. Para atender a demanda da ampliação da fábrica da Bracell no interior de São Paulo, os viveiros de Lençóis Paulista (SP) e de Inhambupe (BA) passam por ampliações de estrutura e capacidade produtiva, com a implantação de tecnologia de ponta.

Em Lençóis Paulista, o viveiro se destaca pela adoção de modernas técnicas de produção e controle como, por exemplo, os sistemas de irrigação e nutrição automatizados, com canais individualizados que realizam a injeção de fertilizante conforme a necessidade nutricional das mudas e que podem ser controlados remotamente, em cada etapa do processo. Com estrutura protegida e 100% coberto, o viveiro está conectado a uma estação meteorológica que monitora as condições ambientais, fornecendo informações em tempo real que direcionam as ações de manejo. O viveiro conta também com um sistema de tratamento de água, possibilitando o reuso da mesma na irrigação.

 

Na Bahia, o viveiro da fazenda Salgado, em Inhambupe, expande sua infraestrutura para ampliar a produção em até quatro vezes. A expansão conta também com um moderno sistema de manejo de irrigação, trazendo mais estabilidade, reduzindo o impacto de situações indesejadas e garantindo, assim, a qualidade das mudas para a realização dos plantios florestais da Bracell.

Toda essa tecnologia aliada a sustentabilidade garante ganhos na produção e qualidade das mudas. É a tecnologia garantindo sustentabilidade, na prática!
CMPC
CMPC amplia a utilização de drones em seu processo produtivo

Com foco constante na evolução dos processos e resultados, a CMPC vem ampliando a utilização de drones como fortes aliados para uma maior operacionalização de procedimentos e otimização das atividades nos campos e florestas onde possui atuação.

Neste ano a companhia utilizará seis equipamentos profissionais para realizar a aplicação de herbicidas, atividade que já vem sendo feita desde 2018, e implementar novas funcionalidades como controle de formigas e qualidade operacional.

O uso dos drones pela CMPC vem apresentando resultados bastante satisfatórios como a redução no processo de consumo de água, utilizando dez vezes menos do que a aplicação convencional, a redução no risco de acidentes e a otimização dos investimentos. Além disso, o uso está relacionado à inovação inerente ao posicionamento da empresa e do setor florestal no Brasil e no mundo.

 
Ibema
Companhia atinge eficiência e agilidade por meio da gestão industrial integrada
 
Para produzir com maior eficiência e ainda oferecer inovações ao mercado, a Ibema investe R$ 10 milhões em sua área industrial.

Com previsão para ser finalizado no segundo semestre de 2021, a Ibema está modernizando seu parque fabril na área de acabamento com o objetivo de melhorar a performance industrial e qualidade de seus produtos por meio da automação e aquisições de novos equipamentos.

Outra ação importante ligada à gestão industrial: o que hoje é feito por vários softwares somados a diversos controles manuais será realizado por um único sistema de monitoramento continuado dos processos, tanto na unidade de Turvo (PR) quanto em Embu das Artes (SP). “A ideia é integrar ainda mais o setor produtivo, e ganhar eficiência e agilidade na produção de papel”, explica o diretor de operações da Ibema, Fábio Pereira.

O protagonismo da companhia no mundo das embalagens será reforçado pela implementação de ações para Indústria 4.0 em 2021 e 2022, o que trará inovações tecnológicas dentro do contexto da Transformação Digital.

 
International Paper
Tecnologia para atingir um desempenho eficiente no campo

Por meio do projeto GEO IP, a empresa automatizou seus processos florestais, reduzindo os apontamentos manuais nas florestas e gerando ganhos financeiros e qualitativos com o cruzamento dos dados coletados.

Com o aplicativo, a empresa consegue monitorar toda a operação e ter acesso aos dados em tempo real. Essas informações são armazenadas em um banco de dados que auxiliam a IP no planejamento e controle de todas as operações até mesmo na identificação de pragas, fauna e possíveis sinistros.

Além do GEO IP, outras ferramentas estão sendo utilizadas, como telemetria nas máquinas de colheita, que ajudam na redução de consumo de combustível, assim como no ajuste do plantio e da adubação, e drones, que mapeiam e controlam as plantações.

 
Irani Papel e Embalagem
Gestão em tempo real: monitoramento de frotas, máquinas florestais e incêndios

Zelar pelas florestas e aprimorar a vigilância com inovação e tecnologia fazem parte do dia a dia da Irani Papel e Embalagem. Alinhado com o movimento de transformação digital, o Comitê de Inovação estruturou quatro plataformas tecnológicas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Uma delas, a plataforma Florestal e Resina, adotou um sistema de tecnologia que permite a gestão em tempo real de frotas de caminhões e máquinas florestais. Em parceria com a empresa Eagle Track, a empresa conta com um software que monitora velocidade, rota percorrida, localização, movimentação da operação da colheita e das máquinas das estradas e informações de telemetria. Os benefícios vão muito além do maior controle da operação, também há ganhos em produtividade ao analisar aspectos como ociosidade das máquinas, rotas e revisão de processos.

Outro projeto que está sendo implementado é o de monitoramento de incêndios florestais, em parceria com a startup Sintechsys, que usa algoritmos e câmeras para deteção precoce de incêndios em áreas produtivas e na mata nativa do entorno. O processo consiste na identificação da fumaça, logo no início da sua formação, através de câmeras que giram continuamente em 360 graus e ficam no topo de torres. Assim que a fumaça é detectada, o sistema emite um alerta para um operador da empresa, que é capaz de triangular as coordenadas usando as várias câmeras e determinar o local do foco do incêndio. Com esta tecnologia, pode-se ter uma redução de até 90% das áreas queimadas e uma economia de 50% no combate aos focos de incêndio.

 
Klabin
Sistemas tecnológicos para otimizar a eficiência dos negócios

Inovação e tecnologia são pilares muito importantes, em que a empresa tem investido cada vez mais com o objetivo de aumentar a eficiência operacional do negócio e favorecer o trabalho em equipe entre seus colaboradores. A adoção de  ferramentas tecnologicamente avançadas visam atender tanto as demandas florestais,  como as industriais.

Na Unidade Florestal, a utilização de inovação nas etapas que antecedem a colheita, permite à companhia trabalhar com o conceito de floresta de precisão. A metodologia usada para a mensuração da área florestal é a tecnologia LiDAR, um sensor com “pulsos” lasers que descrevem uma topografia em 3D, coletando uma grande quantidade de dados, desde o terreno até o ápice das árvores. Essas informações permitem planejamentos na operação e previsões para as próximas plantações, a partir de dados sobre a produtividade e o desenvolvimento das florestas. 

Outra tecnologia implementada é o sistema de monitoramento florestal, que possibilita a identificação de eventos em tempo real por meio de drones e satélites. Essa tecnologia ajuda na prevenção de pragas, doenças e possíveis incêndios florestais. 

Na operação industrial, desde 2019, a empresa tem executado o seu Plano Diretor de Digitalização, que permite a otimização dos investimentos em automação com grande assertividade, em linha com o Plano de Expansão Estratégico da companhia. O trabalho é essencial para a atualização das plantas mais antigas da empresa, acompanhando a evolução das tecnologias.

A Unidade Puma e mais recentemente o Projeto Puma II, que terá sua primeira máquina de papel inaugurada ainda este ano, já foram criados sob os preceitos da Indústria 4.0. Ambas possuem uma robusta rede de sensores que comportam uma comunicação muito rápida e precisa entre os equipamentos, com avançados sistemas de controle e machine learning. 

 
Suzano
Apoio de ferramentas tecnológicas nas operações de silvicultura

A Suzano tem se firmado como modelo mundial de produtividade no setor da silvicultura, o que só é possível graças aos seus constantes investimentos em inovação. As novas tecnologias têm mudado a realidade do campo, sendo que hoje praticamente 100% das operações na silvicultura contam com o apoio de ferramentas tecnológicas para aumentar a eficiência do setor, como é o caso de sua unidade florestal em São Paulo.

No preparo do solo, por exemplo, a companhia conta com sistemas de piloto automático para garantir o alinhamento das linhas de plantio, controle de dose de fertilizantes e computadores de bordo das máquinas de colheita, tudo com alto nível de automação e registro da produção. Na aplicação dos corretivos do solo, com o uso de tecnologias é possível saber qual a área que recebeu o corretivo e a quantidade aplicada, dentre tantas outras informações. Essas inovações são essenciais não somente para as operações, mas também para auxiliarem no planejamento visando sempre otimizar os processos da companhia.

A busca por inovação é constante na Suzano e tem se intensificado, seguindo a dinâmica do setor. Atualmente, além de sistemas de precisão das máquinas, com o registro de toda a atividade de forma digital (incluindo produção, tempo e doses aplicadas no caso da silvicultura), e mapas embarcados nas máquinas de colheita, há o uso frequente de drones que permitem filmagens mais próximas das máquinas sem colocar nenhuma pessoa em risco. A companhia acredita que diferentes tecnologias devem trazer, além dos ganhos em eficiência e precisão, benefícios ao meio ambiente e aumento significativo na qualidade de trabalho para as pessoas.

 
Veracel Celulose
Utilização de drones, inteligência artificial e automatização de processos logísticos

Desde 2019, a Veracel vem utilizando drones de forma pioneira no processo de distribuição de insetos na área da floresta de eucalipto, para o controle biológico. A utilização da tecnologia permite que a distribuição dos insetos seja realizada em maior escala e com mais rapidez. A liberação é feita dentro de embalagens de baixo custo, que proporcionam conforto térmico para os inimigos naturais e são 100% biodegradáveis. Com a distribuição feita por drones, o rendimento médio chega a atingir 31 hectares por hora, sendo quase seis vezes mais rápido.

Em 2020, a companhia expandiu a utilização do uso de laser aerotransportado (LiDAR) no escaneamento da Estação Veracel, uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de mais de 6 mil hectares, além de ampliar o mapeamento em grande parte das suas áreas de plantio e de preservação. Essas informações serão utilizadas em projetos de quantificação do estoque de Carbono na RPPN, e na realização de diversos estudos que permitirão um melhor entendimento de como funciona o processo de regeneração e o ciclo de crescimento dos fragmentos de Mata Atlântica.

Além disso, um projeto piloto em parceria com uma startup está em andamento para o desenvolvimento de uma ferramenta de detecção automática de danos à floresta, utilizando algoritmos associados a imagens de satélite. Assim, será possível identificar os problemas e agir mais rapidamente para evitar perdas de produtividade dos plantios.

Já em relação à automatização de processos logísticos, a companhia também vem mecanizando os processos de recepção de insumos e de envio de produtos acabados para o porto Terminal Marítimo de Belmonte, de onde os produtos são enviados, por barcaça, para o Porto de Aracruz (Portocel). O objetivo é aprimorar toda a logística do processo produtivo da empresa, com maior segurança e agilidade, aumentando a organização do fluxo de trabalho e auxiliando condutores e caminhoneiros na rotina de transporte de materiais.

A empresa também implementou o sistema de RFID (acrônimo para Radio-Frequency IDentification ou, em português, Identificação por Rádio Frequência) que acompanha o deslocamento dos produtos acabados, desde a saída da fábrica até o porto. Com o mecanismo, o dispositivo de leitura detecta e monitora o caminhão, comunicando-se automaticamente com os sensores das portarias, da fábrica e do porto, que anunciam a chegada e a saída dos veículos, trazendo assim mais segurança, facilitando o processo e diminuindo o tempo de espera do caminhoneiro. Um monitoramento via satélite, realizado pela empresa Creare – também acompanha o transporte da celulose.

Outro recurso novo é a utilização de câmeras dentro das cabines dos caminhoneiros, reforçando a segurança dos profissionais em suas viagens. Essa ferramenta possibilita que possíveis manobras não comuns na condução, estado de sonolência e roubos de cargas sejam detectados. Um alarme dá sinal na torre de controle, que, imediatamente, entra em contato com o condutor para auxiliá-lo e protegê-lo desses riscos.

 
WestRock
Clonagem de famílias de pinus teada: tecnologia, inovação e sustentabilidade na produção das Superárvores

A WestRock investe há mais de 60 anos em pesquisa, inovação e melhoramento genético, o que a permite alcançar expressivos resultados em produtividade florestal. No processo do melhoramento genético, a seleção de clones considera aspectos como: o diâmetro e qualidade da madeira (garantindo maior volume possível de fibra gerada por área); resistência à doenças e pragas; não deformidades (árvores retilíneas, cilíndricas com copa menor e mais eficiente); dentre outras características que são pré-requisitos para uma árvore com melhor desempenho para a indústria.

Após a seleção, cruzamentos controlados e testes ao longo de vários anos de estudos e pesquisas, a WestRock chegou à terceira geração de pinus taeda, garantindo ganhos recorrentes das características das árvores de alta performance, transformando-as em verdadeiras Superárvores. Os cruzamentos massais controlados (MCP), entre famílias da população elite geram estoque anual de sementes capazes de atender a totalidade da demanda do programa de plantios monoprogênie de irmãos completos da WestRock, nossas SuperÁrvores. Isso é sustentabilidade na prática: com maior produtividade, a empresa extrai mais fibra por hectare, minimizando o consumo específico de insumos enquanto racionaliza e conserva os recursos naturais.

No último ano, a WestRock implementou, em escala operacional, um processo inovador de multiplicação clonal de progênies de irmãos completos, ampliando significativamente os ganhos de produtividade obtidos com a estratégia MCP. Para gerar as mudas clonais, uma semente dá origem a uma matriz e essa matriz fornece brotos que, após serem coletados e enraizados, formam mudas geneticamente idênticas à matriz.
 

Com a inovação, em 2021, pelo menos 1/3 do programa de plantio de Pinus taeda, será realizado com mudas clonais. A produtividade atual WestRock, que já é um recorde no Brasil e no mundo, terá um ganho adicional de 20%. Os ganhos de produtividade gerados pelas mudas clonais promoverão redução de custos em toda cadeia de produção e logística florestal.

 
 
Live do setor florestal no Valor Econômico é destaque

O ano de 2021 começou com o setor florestal demonstrando seus atributos para todos os brasileiros. Juntamente com o Valor Econômico, a Ibá organizou uma live “O futuro está nas árvores cultivadas”, no qual o trabalho no presente e o olhar para o amanhã foram destaques.

Participaram Paulo Hartung, economista, ex-governador do ES e presidente da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá); Francisco Razzolini, Diretor de tecnologia industrial, inovação, sustentabilidade e projetos da Klabin; e Fernando Bertolucci, Diretor Executivo de Tecnologia e Inovação da Suzano, que reforçaram como o setor de árvores plantadas tem conseguido romper os desafios estruturais do país, crescendo constantemente, alinhando produção com sustentabilidade, trabalho em parceria com a comunidade e um olhar para o futuro.

Moderador Pedro Doria encerrou o evento cravando que este é um setor do século 21.

O vídeo completo do evento está disponível no Youtube da Ibá e do Valor assim como no Instagram da Ibá.

 
 
Ibá na mídia

O jornal Valor Econômico de 19 de fevereiro destacou a força do setor de árvores cultivadas. Em reportagem, com entrevista do diretor executivo da Ibá, Embaixador José Carlos da Fonseca Jr., o veículo deu luz aos 4 mil postos de trabalho abertos em todo o Brasil, resgatou investimentos e demonstrou a presença do setor em todo o país.
 
Vigor lança iogurte na embalagem de papel

A Vigor lançou seu primeiro iogurte em embalagem de papel do País. Segundo a companhia, com a nova embalagem, aproximadamente 15 toneladas de plástico deixarão de ser colocadas no mercado em 2021.

A empresa ressalta que a nova embalagem de papel é biodegradável, de fonte renovável e possui maior nível de reciclabilidade. Mais informações.

 
 
Coca-Cola testa garrafa de papel

A Coca-Cola está em fases de testes para utilizar garrafa de papel, como parte de sua estratégia para eliminar o plástico de sua embalagem. O protótipo foi desenvolvido por uma empresa dinamarquesa.

O objetivo é criar uma garrafa 100% reciclável e sem plástico, capaz de evitar que o gás escape das bebidas carbonatadas. A barreira também deve garantir que nenhuma fibra se desprenda no líquido. Mais detalhes aqui.
 


 

 

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