Ibema devolve água ao sistema da Sabesp com qualidade superior à que foi captada

Para abastecer os processos industriais da planta localizada em Embu das Artes (SP), a Ibema Papelcartão realiza a captação de recursos hídricos no afluente do Córrego Embu-Mirim. Depois de utilizada, a água é direcionada para a Estação de Tratamento de Efluentes Industriais para ser adequada aos requisitos legais e regulamentações ambientais antes de ser devolvida. As análises contínuas de pH, sólidos sedimentáveis, dureza, cloro livre e turbidez realizadas pela companhia revelam que, após o processo de tratamento, a água é descartada com qualidade superior à que foi captada, garantindo a ausência de substâncias que suscitam preocupação.
“Os bons resultados que alcançamos no tratamento de efluentes em Embu das Artes são fruto da gestão eficiente e responsável de recursos naturais que colocamos em prática todos os dias. É um monitoramento constante, que envolve inclusive o estabelecimento de metas e a criação de planos de ação robustos, além do acompanhamento periódico da diretoria”, explica Eduardo Muller, analista de Sustentabilidade da Ibema.
A adoção de circuitos semifechados nas plantas industriais é outra boa prática de gestão hídrica da companhia. Por meio de uma estrutura que preconiza a circularidade, a água já utilizada retorna ao processo, permitindo a reutilização do recurso e reduzindo a necessidade de captação de água virgem.
Preservação desde a origem
A preservação dos recursos hídricos ainda se estende ao trabalho conduzido em ativos florestais da Ibema. As áreas mantidas pela empresa são mapeadas para a identificação de nascentes e, ao redor de cada uma delas, são reservados 50 metros para a regeneração natural de espécies nativas. Em cursos d’água, os corredores de desenvolvimento natural do ecossistema são de 30 metros para cada lado.
“O cuidado com a natureza é parte do propósito da Ibema. Com a água, não é diferente. Todas as ações que monitoram, mitigam e reduzem impactos na gestão hídrica estão alinhadas com a nossa crença de que um futuro mais sustentável se constrói com circularidade, regeneração e reutilização”, comenta Nilton Saraiva, presidente da companhia.



