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Sylvamo | Restauração e conservação: iniciativas que fortalecem a proteção dos ecossistemas

Projetos voltados à recuperação de áreas degradadas e à proteção de ambientes naturais mostram como diferentes estratégias podem contribuir para a conservação da biodiversidade, a resiliência hídrica e a promoção de serviços ecossistêmicos
25/06/2026

Diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela crescente pressão sobre os recursos naturais, iniciativas de restauração e conservação têm ganhado cada vez mais relevância. Embora tenham objetivos distintos, ambas desempenham papéis complementares na promoção de ecossistemas mais resilientes. Enquanto a restauração busca recuperar áreas degradadas e restabelecer suas funções ecológicas, a conservação atua na proteção de ambientes naturais, contribuindo para a manutenção da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos.

Um exemplo de iniciativa voltada à restauração é o Programa Raízes do Mogi Guaçu, desenvolvido pela Sylvamo em parceria com o WWF-Brasil desde 2019. O programa promove a restauração da paisagem florestal da Mata Atlântica em áreas prioritárias para a resiliência hídrica da bacia do rio Mogi Guaçu, principal fonte de abastecimento da região.

Com execução em campo realizada por organizações parceiras, como Associação Copaíba, Grupo Dispersores e Instituto Federal do Sul de Minas/Núcleo Inconfidentes, o programa estabeleceu como meta restaurar 480 hectares até o final de 2026, fora das áreas de propriedade da empresa. Até junho de 2026, a iniciativa restaurou 506 hectares de florestas nativas na região da Serra da Mantiqueira, promoveu o plantio de mais de 488 mil mudas e envolveu 129 produtores rurais. Os resultados evidenciam como ações colaborativas podem contribuir para a recuperação de áreas degradadas, a proteção dos recursos hídricos e o fortalecimento da cadeia de restauração ecológica.

A conservação, por sua vez, é fundamental para garantir a proteção dos remanescentes naturais e a manutenção dos processos ecológicos essenciais ao equilíbrio dos ecossistemas. Nesse contexto, as 04 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), mantidas pela Sylvamo representam importantes instrumentos de preservação em áreas privadas. Destinadas perpetuamente à conservação da diversidade biológica, essas áreas contribuem para a proteção de espécies da fauna e da flora e podem, ainda, apoiar atividades de pesquisa científica, como a parceria com o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA – Semil).

Além da proteção dessas áreas, estratégias de restauração ecológica também integram os esforços de conservação desenvolvidos pela Sylvamo. Entre 2005 e 2025, a empresa realizou a restauração de aproximadamente 5.350 hectares nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, utilizando diferentes abordagens voltadas ao fortalecimento da regeneração natural e à recomposição da vegetação nativa. Essas iniciativas contribuem para a manutenção de serviços ecossistêmicos, como a regulação hídrica, a conservação do solo e o sequestro de carbono.

As parcerias também têm papel importante na ampliação do alcance das ações de conservação. Em São Paulo, a Sylvamo firmou uma cooperação com a Fundação Florestal, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado (Semil), por meio do Programa Adote Um Parque. A iniciativa já contribui para a conservação de 18 mil hectares de florestas nativas distribuídos em dez parques e unidades de conservação paulistas.

Com vigência de 36 meses, a parceria prevê apoio a ações de prevenção e combate a incêndios florestais, educação ambiental, monitoramento da biodiversidade e suporte às atividades desenvolvidas nas áreas protegidas. A colaboração demonstra como a atuação conjunta entre diferentes setores pode fortalecer a gestão ambiental e potencializar resultados positivos para os ecossistemas e para a sociedade.

Essas iniciativas estão alinhadas às metas de sustentabilidade da Sylvamo para 2030. Entre os compromissos assumidos pela empresa está a meta de conservar, ampliar ou restaurar mais de 100 mil hectares de florestas ecologicamente relevantes em todo o mundo. O objetivo reforça a importância de ações contínuas e integradas que aliem recuperação ambiental, proteção da biodiversidade e atuação colaborativa.

Conservar o que ainda existe e restaurar o que foi degradado são estratégias complementares e essenciais para enfrentar os desafios ambientais da atualidade. Ao promover iniciativas voltadas à recuperação de paisagens florestais, à proteção de áreas naturais e ao fortalecimento de parcerias, é possível contribuir para a construção de ecossistemas mais resilientes e para a geração de benefícios ambientais e sociais de longo prazo.

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