Manejo integrado e avanço do Projeto Sucuriú marcam a expansão sustentável da Arauco

Mais do que paisagens verdes, a diversidade de espécies forma um ciclo renovável contínuo. Das árvores vêm o abraço da sombra, a fixação de carbono e o sustento em fibras, óleos, frutos, sementes e alimentos. A celulose é apenas um de seus subprodutos essenciais, em um ciclo vivo que ajuda a regular o clima, conservar o solo, proteger os recursos hídricos e manter a biodiversidade. Essas premissas fundamentam a atuação da Arauco no Cerrado e o avanço do Projeto Sucuriú, em Inocência (MS), que já soma cerca de 70% de execução física, com start-up previsto para o final de 2027.
Proteger essa dinâmica exige rigor técnico e manejo avançado. A Companhia gerencia 347 mil hectares em Mato Grosso do Sul, em um modelo de mosaico que integra áreas produtivas a mais de 84 mil hectares de vegetação nativa preservada, cerca de 25% do patrimônio sob gestão e acima do mínimo legal.
O monitoramento contínuo da flora, da fauna e dos recursos hídricos reforça esse cuidado. Na Área de Alto Valor de Conservação Refúgio das Antas, em Água Clara (MS), já foram catalogadas 340 espécies, 12 delas ameaçadas, como a onça-pintada. A gestão contribui para proteger bacias hidrográficas, corredores ecológicos e espécies características do Cerrado, como pequi, ipê-amarelo, jatobá e baru.
Essa mesma lógica conecta produção, conservação e desenvolvimento. No Projeto Sucuriú, que conta com investimento estimado em US$ 4,6 bilhões, o modelo ganha escala com a construção da maior fábrica de celulose em etapa única do mundo, com capacidade de 3,5 milhões de toneladas anuais. Além disso, a unidade deverá gerar mais de 400 MW de energia renovável, com excedente destinado ao sistema elétrico, reforçando o papel da biomassa florestal na transição para uma matriz de baixo carbono, acompanhada por investimentos em infraestrutura e fortalecimento das comunidades.
No Sul do Brasil, onde produz painéis, madeiras serradas e bioenergia, a Arauco mantém 100% de rastreabilidade digital da cadeia e certificações internacionais, como o FSC®. Assim, inovação, uso responsável da matéria-prima e conservação caminham juntos em uma base produtiva que busca conciliar desenvolvimento, água, solo e biodiversidade e contextualizar o compromisso com o lema: “Renováveis para uma vida melhor!”.



