Manejo florestal e biodiversidade: o equilíbrio sustentável da Eldorado Brasil

Na Eldorado Brasil, o manejo florestal e a conservação operam como um ecossistema único. A companhia destina aproximadamente 106 mil hectares de seu patrimônio exclusivamente à conservação, o que representa 23% da área total. Ao aliar tecnologia de precisão e monitoramento contínuo ao engajamento humano, a Eldorado transforma as áreas produtivas em abrigos ecológicos e de refúgio para a biodiversidade.
A Fazenda Pântano, em Selvíria (MS), materializa o modelo de gestão, que nasceu focado na sustentabilidade. O local abriga uma Área de Alto Valor de Conservação (AAVC) de 1.341 hectares, formada por charcos (áreas úmidas naturais). Essas áreas desempenham papel fundamental na regulação do fluxo hídrico, contribuindo para a manutenção da qualidade da água e para a prevenção de enchentes, o que favorece diretamente o equilíbrio e a conservação da biodiversidade.
Esse ambiente abriga e possibilita a reprodução de espécies raras ou ameaçadas de extinção. Dentro desse contexto, 915 hectares de áreas alagadas são essenciais para a reprodução de espécies de herpetofauna (sapos, rãs, cobras, lagartos e jacarés), exclusivamente encontradas no bioma Cerrado. Só em 2025, a companhia realizou a catalogação de 28 espécies diferentes de anfíbios.

A riqueza natural preservada nessas áreas é expressiva. Historicamente, os levantamentos ambientais da companhia já registraram mais de 1.000 espécies diferentes, englobando centenas de animais silvestres e 535 espécies apenas de flora. Para manter a integridade desse bioma, a inovação tecnológica é aplicada diretamente no campo, como o uso de drones para a liberação de inimigos naturais no controle biológico de pragas e a recuperação de áreas degradadas com o plantio de sementes nativas.
O monitoramento da biodiversidade também acontece pelo programa “Você e o Bicho”, iniciativa que engaja os colaboradores da operação no registro dos animais silvestres avistados nas estradas e plantios. No ciclo de 2025, a iniciativa somou 7.588 registros visuais de 226 espécies diferentes, incluindo 24 classificadas como ameaçadas de extinção.



