Suzano utiliza inovações como ferramentas de enfrentamento às mudanças climáticas

Um dos destaques é o projeto “Florestas do Futuro”, realizado em parceria com o Senai de Inovação em Microeletrônica (Manaus, AM) e a startup Agroambiência (Piracicaba, SP)
Para fazer frente aos desafios ocasionados pelas mudanças climáticas, a Suzano tem avançado no desenvolvimento e aplicação de tecnologias que assegurem a viabilidade operacional e a competividade da empresa. Sistemas de sensoriamento, satélites e inteligência artificial voltados ao monitoramento ecofisiológico, prevenção de incêndios florestais e otimização dos clones de eucalipto para diferentes cenários climáticos são algumas das principais respostas da Suzano ao cenário de transformações no clima global.
Um dos destaques é o projeto “Florestas do Futuro”, realizado em parceria com o Senai de Inovação em Microeletrônica (Manaus, AM) e a startup Agroambiência (Piracicaba, SP). Nele, sensores IoT autônomos – os IoTrees –, são acoplados ao tronco das árvores para medir consumo hídrico e captura de carbono. Os dados são enviados à plataforma desenvolvida em parceria com a Marvin Blue, startup de Israel, que utiliza algoritmos de IA para gerar recomendações de manejo florestal, promovendo o uso eficiente dos recursos naturais e auxiliando nas tomadas de decisão.
A Suzano também conta com mais de 130 torres de monitoramento distribuídas pelo Brasil, equipadas com sistemas de inteligência artificial capazes de detectar fumaça, identificar focos de incêndio, déficits hídricos e a presença de pragas. Essa tecnologia permite respostas mais ágeis e eficazes, contribuindo para a mitigação de danos ambientais e a preservação das florestas.
Em outra frente, o Programa de Melhoramento Genético atua no desenvolvimento de clones adaptados às condições edafoclimáticas de diferentes regiões onde a companhia atua. São recomendados para plantio clones avaliados e validados quanto a resistência às principais pragas e doenças da cultura, e tolerantes aos estresses climáticos, como déficit hídrico, por exemplo. Hoje a companhia detém a maior base genética do gênero Eucalyptus fora da Austrália, país de origem da espécie, e planta atualmente mais de 50 clones, que são matéria-prima para a produção de papel higiênico, papéis de embalagem, papéis para livros, absorventes femininos, entre outros itens.



