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Projeto Sucuriú: Arauco mantém critérios ambientais rigorosos para proteção de recursos naturais

O intuito é contar com uma operação inovadora e que prima pela proteção de recursos naturais com eficiência operacional e geração de valor sustentável para o território onde está inserido
27/05/2025

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil e está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. O intuito é contar com uma operação inovadora e que prima pela proteção de recursos naturais com eficiência operacional e geração de valor sustentável para o território onde está inserido.

Em todas as etapas são realizadas ações contínuas de monitoramento da fauna e da flora, com identificação de espécies nativas e mapeamento de áreas prioritárias para conservação. O manejo e cultivo responsável de florestas são conduzidos de forma integrada ao bioma local – o Cerrado –, com objetivo de promover equilíbrio entre a atividade econômica e o meio ambiente. É o Plano de Gerenciamento e Monitoramento Ambiental focado na qualidade e controle de consumo da água, efluentes sanitários, resíduos sólidos, ruído e vibração ambiental, controle de poeira e fumaça preta, entre outros aspectos.

Construção: Durante as obras, diversas medidas são conduzidas de maneira constante, como o afugentamento de fauna, monitoramento da qualidade do ar, água, além do controle de poeira, ruído e vibração.

Operação: Na fase de operação, a planta funcionará com tecnologias de alta eficiência, reduzindo em até 20% as emissões atmosféricas em relação ao teto legal.

O Plano de Gerenciamento da Arauco inclui 24 Programas que reúnem ações para minimizar os impactos ambientais da construção, incluindo o Plano Básico Ambiental (PBA), exigido pela legislação brasileira como parte do processo de licenciamento, com ações de mitigação ambiental e social, como por exemplo a recuperação, monitoramento e gestão de resíduos. São elas:

 

Além disso, a planta contará com cerca de 90% do volume captado devolvido ao Rio Sucuriú após tratamento adequado e a água pluvial será reaproveitada na Central de Tratamento e Valorização de Resíduos, e os efluentes tratados serão lançados a montante da captação.

A gestão de resíduos seguirá um modelo circular: todo material gerado será tratado na própria planta, e resíduos orgânicos darão origem a composto para o solo, enquanto os inorgânicos serão transformados em corretivo de acidez. O lodo resultante da estação de tratamento de efluentes será reaproveitado como combustível nas caldeiras, substituindo o uso de combustíveis fósseis.

A planta industrial será autossuficiente na geração de energia elétrica para suas operações, com capacidade para gerar mais de 400 megawatts (MW), sendo 200 MW para o consumo interno. O excedente será destinado ao Sistema Integrado Nacional (SIN), suficiente para abastecer uma cidade com 800 mil habitantes.

Resumo/Destaques:

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