Klabin apoia programa de apicultura que gera renda e oportunidades na Serra Catarinense

Nas paisagens florestais brasileiras, a apicultura vem se consolidando como uma atividade capaz de unir conservação ambiental, geração de renda e desenvolvimento local. Em diferentes regiões do País, produtores encontram nas áreas florestais condições favoráveis para a produção de mel, criando oportunidades econômicas para famílias e fortalecendo a relação entre as comunidades e o território. Um exemplo dessa conexão pode ser observado no Planalto Serrano de Santa Catarina, onde a atividade tem transformado a realidade de diversas famílias.
Atualmente, 26 famílias integram a Associação de Apicultores do Planalto Serrano Catarinense (AAPSC), criada em 2019 com o apoio da Klabin. Juntas elas mantêm aproximadamente 6 mil colmeias instaladas em áreas florestais da Companhia e produzem mais de 100 toneladas de mel por ano, gerando uma importante fonte complementar de renda para os participantes.
A parceria vai além da disponibilização de espaços para a instalação das colmeias: a Klabin oferece suporte técnico, treinamentos, acompanhamento da atividade e orientações sobre boas práticas para os membros da associação. O trabalho considera aspectos como o planejamento da distribuição das colmeias, os cuidados necessários para a saúde das abelhas e a rastreabilidade da produção, contribuindo para o fortalecimento da atividade na região.
Os resultados são favorecidos pelas características da paisagem local, formada por vegetação nativa entremeada à floresta plantada. Em Santa Catarina, a Klabin mantém mais de 150 mil hectares de florestas nativas conservadas. Para cada hectare plantado, há cerca de 1,1 hectare destinado à conservação da vegetação nativa, criando um mosaico que contribui para a manutenção da biodiversidade e para o desenvolvimento de atividades sustentáveis como a apicultura.
Em 2025, o mel proveniente das áreas da Klabin em Santa Catarina passou a ser reconhecido pelo FSC® – Forest Stewardship Council® (FSC-C023492) como Produto Florestal Não Madeireiro (PFNM). O reconhecimento reforça como as florestas podem gerar valor para além do fornecimento da madeira, conciliando conservação ambiental, uso responsável dos recursos naturais e benefícios para as comunidades locais.
Além da geração de renda, a apicultura também contribui para a preservação da biodiversidade. Ao circular pela vegetação, as abelhas realizam a polinização de diversas espécies, contribuindo para a manutenção dos ecossistemas. Assim, a atividade exemplifica como a convivência entre produção florestal, conservação da natureza e desenvolvimento socioeconômico pode gerar benefícios compartilhados para os territórios e suas comunidades.



